Zé de Teco II
Um dos casos de Zé de Teco, que faz ponto na rodoviária, é interessante. Certa noite um casal chegou de viagem na rodoviária e foi até Zé para fazer uma corrida .”O senhor nos deixa em um bom hotel?” disse o passageiro e ele de imediato, “entre ai meu amigo”. No táxi Zé de Teco rodou a cidade quase toda, deixou o casal no hotel, recebeu o valor da corrida e foi embora. Dia seguinte o casal acorda e se prepara para visitar alguém na cidade. Chegando à porta do hotel, surpresa: bem em frente, a menos de 30 metros estava a rodoviária! O que significava que tinham rodado bastante na noite anterior quando o hotel estava em frente a rodoviária! Para não “entregar” o sanfoneiro-taxista basta lembrar outro caso, o de uma senhora, muito conhecida naquela cidade, que pediu uma corrida de táxi e logo se apresentou Zé de Teco com o seu carro. Até ai tudo bem, o único o problema é que o veículo - semelhante àqueles de palhaços de circo, que desmancham todo , só tinha uma porta. A cliente, não teve outro jeito a não ser fazer a inusitada corrida com o taxi sem uma porta!
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