São pessoas que o nível de glicose no sangue oscila em 300 decilitros/mg e necessitam, portanto, da atenção de um especialista. Depois de estabilizado, o paciente pode voltar à unidade de origem e continuar o tratamento.
O CADH oferece aos pacientes uma equipe multidisciplinar, formada por endocrinologista, cardiologista, angiologista, clínico geral, nutricionista, assistente social, enfermeiros, nefrologista (80% dos pacientes renais são diabéticos) e psicólogo.
Para agilizar e dinamizar o atendimento, as enfermeiras fazem o primeiro atendimento. São elas que observam os exames que eles apresentam. Analisam a necessidade de novos exames laboratoriais. São encaminhados para os especialistas, logo depois. “A demanda vem aumentando neste ano”, diz a coordenadora CADH, Jane Fernandes.
Os pacientes desta doença crônica são avaliados a cada trimestre. Os médicos observam se eles estão respondendo positivamente à medicação que prescreveram. A coordenadora lembra que as consultas não são marcadas no CADH e que todos são encaminhados pelos PSFs e UBSs, que fazem o primeiro atendimento a estas pessoas. Ascom/PMFS
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